Do Japão ao Brasil. Da técnica à filosofia. Do primeiro salão a um universo que une beleza, formação e crescimento.
O Soho nasceu para ir além da estética. Nasceu para formar pessoas, elevar a profissão e construir futuro.
O Soho nasceu da união entre sensibilidade, disciplina, coragem e propósito.
Sua história começa com a trajetória de Hideaki Iijima, um cabeleireiro japonês que decidiu recomeçar a vida em outro país para construir algo maior do que um simples negócio.
Com o passar do tempo, o Soho se tornou muito mais do que uma rede de salões.
Tornou-se um universo onde beleza, formação profissional, postura, respeito e crescimento caminham juntos.
Hoje, o Soho representa uma filosofia de trabalho construída com dedicação, técnica, visão de futuro e valorização das pessoas.
O nome Soho foi inspirado no famoso bairro Soho de Nova York, conhecido mundialmente por sua atmosfera criativa, artística e inovadora.
Mas o nome também possui um significado especial dentro da cultura japonesa.
Soho remete ao “pássaro azul”, uma referência simbólica à felicidade que muitas vezes procuramos fora, mas que na verdade já existe dentro de nós.
Esse conceito representa uma das bases da filosofia da marca: buscar evolução constante, reconhecer o próprio valor e construir felicidade através do trabalho.
Buscar o pássaro azul que existe dentro de nós.
Hideaki Iijima nasceu em 1950, na província de Saitama, no Japão.
Filho de um barbeiro e de uma dona de casa, cresceu em um período difícil do pós-guerra japonês. Ainda jovem decidiu seguir a profissão do pai e iniciou sua trajetória como cabeleireiro.
O início da carreira não foi fácil.
Em um determinado momento, seu salário não era suficiente nem para pagar o aluguel do quarto onde morava, e ele precisava trabalhar entregando jornais durante a madrugada para complementar sua renda.
Mas o talento, a disciplina e a dedicação fizeram sua carreira crescer rapidamente.
Em 1974, com apenas 23 anos, Iijima passou a trabalhar em um famoso salão em Harajuku, um dos bairros mais modernos e influentes de Tóquio.
Sua dedicação fez com que rapidamente evoluísse dentro da empresa.
Em 1979 tornou-se diretor geral do salão, além de atuar como professor, ensinando novos profissionais.
Durante o dia trabalhava como cabeleireiro e à noite se dedicava à formação de outros profissionais.
Sua carreira estava consolidada no Japão.
Mas havia um preço: a falta de tempo com a família.
Em determinado momento, seu filho o chamou de “tio” ao vê-lo chegar em casa. Aquela situação marcou profundamente sua vida e o fez repensar seu caminho.
Movido pelo desejo de viver uma nova experiência e mudar o ritmo de vida, Iijima aceitou o convite de um amigo e decidiu vir para o Brasil.
Chegou ao país em 1979.
Nos primeiros anos trabalhou em salões renomados até decidir abrir seu próprio negócio.
A adaptação não foi simples.
O idioma era um grande desafio, e muitos episódios curiosos marcaram esse período.
Mas com perseverança, trabalho e talento, foi construindo sua trajetória no novo país.
Em 15 de setembro de 1982, no dia de seu aniversário de 32 anos, Iijima inaugurou seu primeiro salão em São Paulo.
Inicialmente o salão se chamava Camarim.
Pouco tempo depois, o nome Soho finalmente foi adotado.
Era o nome que ele sempre havia desejado para sua marca.
A partir desse momento começou a nascer uma história que transformaria o mercado de beleza.
Primeiro veio a coragem.
Depois veio o nome.
E então nasceu o Soho.
Desde o início, Iijima acreditava que um salão não deveria existir apenas para prestar serviços.
Ele acreditava que o trabalho deveria ajudar as pessoas a crescer.
Por isso desenvolveu uma cultura baseada em valores como:
Esse conjunto de princípios ficou conhecido como Sohoismo, uma forma de organizar a filosofia de trabalho da empresa.
No Soho, excelência não é apenas resultado. É postura.
Com o crescimento dos salões, surgiu um novo desafio: formar profissionais preparados para manter o padrão de excelência da marca.
Inicialmente, os treinamentos eram realizados dentro do próprio salão, após o expediente.
Com o tempo, esse processo evoluiu para algo maior.
Em 1993 nasceu oficialmente a Soho Academy, uma escola criada para formar novos profissionais e preparar talentos para o mercado da beleza.
Hoje, a Academy representa um dos pilares do universo Soho.
O Soho não esperou profissionais prontos. Decidiu formá-los.
Além da formação técnica, o Soho criou também o Dojo, um espaço dedicado ao desenvolvimento humano.
Enquanto a Academy ensina a profissão, o Dojo trabalha aspectos como:
A ideia é formar não apenas cabeleireiros, mas profissionais completos.
A gratidão pelo Brasil sempre fez parte da cultura do Soho.
Por isso, ao longo dos anos, a marca desenvolveu ações sociais voltadas para ajudar comunidades e instituições.
Essas iniciativas reforçam a ideia de que uma empresa deve contribuir também para o bem-estar da sociedade.
Nascimento de Hideaki Iijima no Japão.
Início da carreira em um renomado
salão de Harajuku.
Chegada ao Brasil.
Inauguração do primeiro salão.
Fundação da Soho Academy.
Início das ações sociais.
Um universo que une salões, formação e
crescimento profissional.
Hoje o Soho reúne diferentes frentes que fazem parte do mesmo universo:
Salões que oferecem experiência e excelência em beleza.
A Soho Academy, que forma novos profissionais.
E um modelo de crescimento que permite que talentos evoluam dentro da própria marca.
Tudo isso nasceu de uma visão simples:
Crescer junto com as pessoas.